A investigação, que teve início em maio, apurou que cerca de R$ 100 mil eram fabricados e enviados mensalmente da capital gaúcha para todo Brasil. Com o apoio dos Correios, diversas correspondências enviadas a partir de Porto Alegre com cédulas falsas foram retidas. A investigação levou à identificação do suspeito, responsável pela produção das notas, que já havia sido preso pela PF em 2010, na primeira edição da ofensiva, e condenado pela Justiça Federal por falsificação de moeda.
Em Goiás, um jovem negociava em redes sociais as notas fabricadas em Porto Alegre, que eram remetidas para diversos estados brasileiros. Desde o início das investigações foram apreendidos mais de R$ 25 mil em notas falsas e realizada uma prisão em flagrante, em 9 de junho, com o apoio da Brigada Militar (BM).
A falsificação investigada foi classificada como de ótima qualidade pelos policiais federais. Notas de praticamente todos os valores foram apreendidas, com predominância da cédula de 20 reais. O crime de moeda falsa prevê pena de 3 a 12 anos de prisão. As investigações prosseguem para identificar e responsabilizar outras pessoas envolvidas.