A Operação Grande Família recebeu esse nome, porque as duas quadrilhas investigadas são compostas por familiares. O delegado Eibert Moreira, que coordenou a ação, conta que as matriarcas do tráfico colocavam o "negócio" acima da própria família. Duas delas são suspeitas de terem mandado executar o neto em razão de uma dívida relativa a 30 pedras de crack, avaliadas em R$ 150.
Uma das casas onde ocorreram as prisões era protegida por altos portões com pontas de ferro, cerca elétrica e câmeras de monitoramento. Em outro local, os policiais tiveram que pegar a droga no telhado, que havia sido jogada lá pouco antes da ação policial. Um cartão do bolsa família foi encontrado junto aos pertences de uma das comandantes do grupo.