No seu primeiro dia a operação, de fiscalização de explosivos e produtos correlatos, teve a participação de 110 pessoas, das quais 80 do Exército e as demais de Organizações de Segurança Pública (OSP), entre as quais a Brigada Militar, Ibama, Departamento Nacional de Produção Mineral, Receita Estadual, Ministério Público Estadual e as Polícias Civil, Federal, Rodoviária Federal e Rodoviária Estadual.
A operação inspeciona, em 85% do território gaúcho, locais como pedreiras, fábricas, paióis e depósitos, sejam de pessoas jurídicas, físicas cadastradas ou não no Exército. A causa da apreensão dos cordéis e estopim foi a diferença verficada entre a quantidade encontrada nos locais fiscalizados e o limite autorizado para o armazenamento. Os limites foram ultrapassados.
De acordo com o tenente coronel Hüning, as sanções aos infratores podem ser a advertência (a mais leve) até o fechamento (a mais grave). A fiscalização e a autorização relacionada a explosivos e correlatos, envolvendo manuseio, transporte, armazenamento e uso, é prerrogativa do Exército. Também são verificados na operação, questões como segurança, habilitação acondicionamento do material, se o tipo de material e a quantidade são as previstas na autorização, se o local apresenta os requisitos exigidos na área de segurança, entre diversas outras.
Os materiais explosivos são empregados, principalmente, por pedreiras, construção pesada (estradas, pontes) e civil. Não há uma data preestabelecida de encerramento da Operação Dínamo II. A ação terá continuidade nesta terça.