Outras sete prisões já haviam sido efetuadas durante os cinco meses de investigação. No período, a polícia identificou 40 integrantes do grupo, que utilizava inclusive adolescentes para praticar os crimes. Conforme o titular da 2ª Delegacia de Polícia de Canoas, delegado Marco Antônio Arruda Guns, cada membro possuía uma função específica.
"Uns furtavam e roubavam os carros, outros clonavam e haviam membros que vendiam esses veículos em Santa Catarina e até mesmo no Paraguai", fala. Muitos automóveis já saiam do Estado com placas de Santa Catarina, de acordo com o delegado. Segundo o delegado, eles eram vendidos por valores entre R$ 700 e R$ 4 mil.
"Pelo menos 150 veículos podem ter sido roubados e clonados pela organização. Eles eram novos e na maioria carros de luxo", conta Guns. Cerca de 250 policiais participaram do cumprimento de 19 mandados de prisão e 46 de busca e apreensão.