O diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), delegado Rodrigo Bozzetto, afirmou hoje que as quadrilhas agiam de maneira violenta durante os ataques. "Eles chegavam às cidades durante o dia, rendiamos clientes dos bancos e subtraíam os cofres dos bancos. Na fuga, eles montavam os cordões humanos e ainda levavam reféns, que seriam libertados posteriormente", explicou em entrevista à Rádio Guaíba. Bozzetto relatou ainda que das 33 pessoas presas, 28 foram detidas preventivamente, sendo que 12 serão ouvidos em novos depoimentos.
Além das prisões, os policiais apreenderam um veículo, além de drogas e armamentos. Os bens adquiridos pelas quadrilhas com o dinheiro do roubo serão avaliados em uma ação posterior da Polícia Civil. "O montante subtraído pelas quadrilhas era na realidade reutilizado. Acabava servindo para reforçar o grupo com a compra de armas, veículos e para a satisfação pessoal dos suspeitos, com a compra de bens materiais", observou Bozzetto.
#OperaçãoTriade finaliza com 33 presos, drogas e armas apreendidas #DP_DEIC pic.twitter.com/M4i9Z7qPC9 — Polícia Civil do RS (@policiacivilrs) May 17, 2017