Os ossos foram encontrados no último domingo por um morador que caminhava perto de um matagal. A cabeça, carbonizada, estava pendurada em uma árvore. Os demais ossos estavam espalhados pelo chão. Segundo a polícia, não há nenhuma razão especial para que se suspeite que seja de Amarildo, mas é necessário examinar para que a dúvida seja esclarecida.
Um parente de Amarildo já cedeu material genético que será comparado com o dos ossos. O exame será feito pelo Instituto de Pesquisas e Perícias em Genética Forense, no Rio, e deve ser concluído na próxima quinta.