O réu Luiz Otávio Baptista da Silva, acusado de matar o enteado, Diogo Flores Nascente, 3 anos, foi condenado a 30 anos e 8 meses de reclusão. A sentença foi proferida por volta das 20h30min dessa quinta-feira pela juíza Taís Culau Barros, da 1ª Vara do Júri da Capital. A sessão durou quase 24 horas. Apesar de o réu negar o crime, os jurados optaram pela condenação.
O réu respondeu questionamentos do MP e negou ter espancado o menino. Silva foi denunciado por homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Segundo a versão de Silva, o menino caiu no banheiro, enquanto ele tinha ido buscar a toalha. “Ele botei ele no banho. Quando estava na cozinha passando um café ouvi um barulho e voltei ao banheiro, daí, encontrei-o caído. Percebi que estava mole e gelado, por isso saí de carro com ele, passei na loja para pegar a minha mãe e fui para o HPS”, narrou.
Na quarta-feira, foram ouvidas cinco testemunhas de acusação. Entre elas, dois médicos que atenderam a criança no HPS e a avó paterna da vítima. Pela defesa do réu, falaram a mãe do menino, que continua visitando o acusado na cadeia, e a mãe do réu. Na quarta, o julgamento foi suspenso no início da noite.
Padrasto é condenado pela morte de enteado de 3 anos
Pena para réu Luiz Otávio Baptista da Silva foi de 30 anos e 8 meses de reclusão