Durante o depoimento, prestado nesta manhã, o homem confirmou a versão dada após o acidente. Ele relata que depois de levar a criança, que era portadora de síndrome de down, ao médico, voltou ao trabalho e esquecendo a filha dentro do carro. A menina só foi encontrada no final da tarde, quando o pai voltou ao veículo para ir para casa. Informalmente, o Instituto Geral de Perícias (IGP) confirmou que a morte da criança ocorreu por asfixia.
A mãe da menina também foi ouvida nessa manhã. Ela contou ter recebido do marido a notícia de que a filha estava passando mal e que ficou sabendo da morte ao chegar ao hospital da Unimed de Novo Hamburgo, onde o bebê foi atendido.