Conforme os policiais rodoviários federais paranaenses, a Tucson foi furtada no ano passado em Santos (SP) e trafegava com placas clonadas de um modelo idêntico. No veículo, também estava uma paraguaia de 32 anos. O casal foi preso em flagrante.
O condutor disse aos policiais que as drogas foram embarcadas no veículo em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil de Campo Mourão. Trata-se da maior apreensão de oxi realizada até o hoje pela PRF no Paraná.
O oxi (abreviação de oxidado) é um subproduto da cocaína, a exemplo do crack. A droga é acrescida de querosene, gasolina ou diesel, além de solução de bateria, cal e permanganato de potássio. A droga se parece com o crack e, na forma de pedra, é fumada em cachimbo. Segundo especialistas, o entorpecente tem 80% de cocaína e o crack não passa dos 40%. A primeira apreensão no Rio Grande do Sul ocorreu em maio deste ano.