Entre os dias 5 e 20 de dezembro de 2006, um grupo especial de fiscalização móvel do Ministério do Trabalho e Emprego constatou nas carvoarias da fazenda Imburuçu a ocorrência de situações de degradação dos trabalhadores às péssimas condições sanitárias, de higiene, da água, dos alojamentos e da ausência de equipamentos básicos de segurança.
Segundo a denúncia do MPF, "não havia água potável e os alimentos estavam expostos a insetos, animais domésticos, animais silvestres e insetos vetores de enfermidades. No local em que chamavam de alojamento, não havia sequer camas para os trabalhadores".