Os investigados mantinham instituição financeira ilegal adquirindo e vendendo moedas estrangeiras. Porém, sua principal atividade era a remessa ilegal de valores de clientes para o exterior. Os investigados recebiam os depósitos de clientes em banco brasileiro e, posteriormente, os valores eram transferidos de conta bancária de titularidade de empresa pertencente ao grupo nos Estados Unidos para o beneficiário no exterior. A referida operação é conhecida como “dólar-cabo”.
Os principais clientes do grupo eram empresários do Vale dos Sinos que necessitavam realizar pagamentos no exterior. A investigação foi realizada pela Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros da PF.