Os investigadores apuraram que os envolvidos, por meio de redes sociais, recebiam encomendas de suplementos alimentares e substâncias anabolizantes - materiais que com frequência tinham princípios ativos proscritos no Brasil e cuja importação é proibida - e os remetiam pelos Correios. Para dificultar a ação repressiva, o grupo fornecia nomes falsos e endereços fictícios ao preencher as informações de remetente.
A abrangência territorial da quadrilha era ampla. Compradores foram identificados na Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e no Distrito Federal.