As investigações apontam que a quadrilha comercializava animais no Brasil e no exterior por meio de um site e sem autorização do Ibama. Os investigados recebiam encomendas de qualquer tipo de animal, como répteis, anfíbios, mamíferos e pássaros. A compra era feita de maneira ilícita, como criadouros irregulares e captura de animais silvestres na natureza.
Os locais estão sob fiscalização do Ibama e serão autuados de acordo com as irregularidades encontradas. Todos os animais em situação irregular serão apreendidos. A Operação Arapongas é realizada em São Paulo, no Paraná, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, na Bahia, no Ceará e na Paraíba. Ao todo, 150 policiais federais e 106 fiscais do Ibama participam da ação.
Os investigados responderão, na medida das atuações, crimes como tráfico internacional de fauna, tráfico de animais silvestres nativos, estelionato, sonegação fiscal, falsidade ideológica e biopirataria.