Das 61 prisões até o momento, 12 foram de secretários de saúde e 30 de servidores públicos. Uma apuração inicial constatou que apenas um dos grupos investigados movimentou R$ 40 milhões, em 2009; e R$ 70 milhões, em 2010. Ontem, no Rio Grande do Sul, foram feitas 25 prisões (incluindo uma em flagrante); em Santa Catarina, três; no Paraná, seis; em Mato Grosso do Sul, seis; em Mato Grosso, 18; e em Rondônia, uma.
Os suspeitos podem responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude de licitações, formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro. As penas somadas poderiam chegar a 45 anos. Conforme a PF, com base em dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE), cerca de 450 das 497 prefeituras gaúchas negociaram com as empresas de Barão do Cotegipe, no Alto Uruguai, sede de 15 empresas suspeitas de envolvimento na fraude.