Segundo o agente Anselmo Amorim Porto, cabe a cada shopping decidir pelo uso de revólveres, desde que o empreendimento ou a empresa contratada tenha autorização da PF para armar sua guarda. Para o agente, o ideal seria o uso de portas com detectores de metais, como há em bancos, para evitar a entrada de pessoas armadas.
Segundo Porto, um eventual confronto entre criminosos e vigilantes pode resultar em danos aos que circulam pelo centro de compras. A Associação Brasileira de Shopping Centers no Rio Grande do Sul ainda não se pronunciou sobre o assunto.