A investigação teve início em 2010 a partir de informações de que o hospital implantava nos pacientes um tipo de lente intraocular de menor custo e informava à Previdência Social que um produto de maior valor tinha sido utilizado. Assim, obtinha lucro com a diferença de preços, causando prejuízo ao erário.
Atualmente, o hospital está sendo executado por dívida com a Fazenda Nacional que ultrapassa R$ 20 milhões. A Polícia Federal identificou diversos saques de recursos do hospital que ultrapassam R$ 500 mil . Considerando a Execução Fiscal em que o hospital é réu, os saques da conta da instituição, efetuados por seu administrador e por sua esposa, configuram crime de fraude à execução.
Os investigados deverão ser indiciados por estelionato contra a Previdência Social, fraude à Execução Fiscal e lavagem de dinheiro.