O suspeito que seria capitão amador há mais de dez anos, disse que não houve omissão de socorro e que um filho que estava com ele teria se jogado na água logo após o choque para ajudar a socorrer os feridos. O prazo para concluir o inquérito é de 90 dias e já foi feita a inspeção na lancha.
Piloto de lancha nega omissão de socorro em SC
Juiz aposentado atropelou adolescente de 11 anos em um bote banana boat, em Balneário Camboriú
A adolescente gaúcha de 11 anos atropelada no sábado por uma lancha na Praia Central, em Balneário Camboriú (SC), segue em estado grave no hospital e corre o risco de ter a perna amputada. O piloto da lancha que atropelou o bote banana boat, atingindo a garota, prestou depoimento ontem, na Capitania dos Portos de Itajaí (SC). O juiz aposentado de 64 anos negou que estivesse embriagado e contou que o condutor da banana teria parado e ficado "atravessado" à sua frente.
O suspeito que seria capitão amador há mais de dez anos, disse que não houve omissão de socorro e que um filho que estava com ele teria se jogado na água logo após o choque para ajudar a socorrer os feridos. O prazo para concluir o inquérito é de 90 dias e já foi feita a inspeção na lancha.
O suspeito que seria capitão amador há mais de dez anos, disse que não houve omissão de socorro e que um filho que estava com ele teria se jogado na água logo após o choque para ajudar a socorrer os feridos. O prazo para concluir o inquérito é de 90 dias e já foi feita a inspeção na lancha.