Daniela relatou que não tinha detalhes do caso, iniciado em 2008 com um Inquérito Policial Militar e transformado em processo neste ano. A ação envolveria questões de prevaricação, apropriação indébita e desvio de função. Luane Chaves Lemes e outros soldados do Pelotão Hipo do 3º RPMon, são testemunhas. A delegada não quis afirmar que existe relação com o desaparecimento e relatou apenas que a polícia vai a averiguar alguma conexão dos dois episódios.
Daniela já enviou a informação para a promotoria pública, que atua no processo junto à Auditoria da Justiça Militar. Além disso, na terça-feira uma equipe da 1ª Delegacia de Polícia viaja para levar uma cópia da informação à Corregedoria Geral da Brigada Militar, em Porto Alegre. Ela disse que é apenas uma informação que deve ser analisada pela promotora e pela Corregedoria.
Para a delegada, esse fato não muda o foco da investigação. O ex-namorado da PM, um segurança de 25 anos, foi questionado novamente nesta segunda, mas não acrescentou nenhum dado novo. Para a delegada, ele continua sendo apenas uma testemunha. Daniela não descarta nenhuma hipótese e acredita que suicídio ainda é a principal possibilidade.