O delegado analisa imagens das câmeras de monitoramento da prefeitura de Canoas. Os equipamentos, no entanto, ficam em um ponto distante do local do crime, o que pode dificultar a identificação de suspeitos.
Por volta das 14h de ontem, dois homens invadiram o açougue onde a vítima fazia churrasco para vender, na avenida 17 de abril. Silva foi morto na frente de um dos filhos, de 17 anos. A região fica a cerca de uma quadra de um detector de tiros que captou o som dos disparos. O sistema automático de monitoramento de áudio, porém, não foi alertado.
Segundo a prefeitura de Canoas, o ruído dos tiros precisa ser captado por pelo menos mais de um sensor acústico, o que pode não ter ocorrido no caso, já que os disparos ocorreram dentro do estabelecimento. O equipamento deve passar por uma análise da empresa americana responsável pela manutenção. A BM já admitiu que houve falhas.