Polícia

Polícia acredita que quadrilha tinha informações privilegiadas

Bando teria levado mais de R$ 1 milhão de transportadora de valores

Polícia acredita que quadrilha tinha informações privilegiadas
Polícia acredita que quadrilha tinha informações privilegiadas Foto : Pedro Revillion
O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) acredita que a quadrilha que roubou malotes de um carro-forte, depois de fazer a família de um funcionário refém, tinha informações privilegiadas sobre a empresa. "Foi uma ação orquestrada e bem organizada", analisou o delegado Juliano Ferreira em entrevista à Rádio Guaíba.

Logo cedo, a Brigada Militar chegou a divulgar que mais de um milhão de reais foram levados pelos criminosos. O valor, no entanto, não é confirmado pela Polícia Civil, nem pela Prosegur - empresa assaltada, que deve se manifestar por meio de comunicado ainda nesta sexta-feira.

O ataque

A ação começou por volta das 20h de ontem, quando o chefe de equipe de um dos carros-fortes da empresa Prosegur foi rendido após descer numa estação da Trensurb em Esteio. Ele e a esposa, além do filho de oito anos, foram mantidos reféns dentro da residência por seis criminosos encapuzados e armados com pistolas durante toda a madrugada.

No começo da manhã de hoje, as vítimas foram trazidas para a Capital. O chefe de equipe foi até a empresa, localizada na avenida dos Estados, no bairro Anchieta. Segundo o delegado Juliano Ferreira, a vítima conseguiu driblar os procedimentos de segurança internos da empresa de transporte de valores e saiu sozinho, com o carro-forte carregado de dinheiro.

O veículo foi levado até a frente de um macroatacado na região, onde a quadrilha o aguardava em um carro, provavelmente um Honda Fit, de cor prata, com placas frias. Após a entrega do dinheiro, ele retornou à empresa e relatou o ocorrido. A esposa e o filho foram libertados na avenida Farrapos, no bairro São Geraldo.

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