O pedido vai ser analisado pela Vara de Execuções Criminais (VEC) de Porto Alegre. Se o pedido for aceito, Canarinho deve ser escoltado do Presídio Central, pelos agentes da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) para prestar depoimento à investigação. Pelo menos cinco testemunhas também devem fazer o reconhecimento presencial do assaltante. O diretor das delegacias de Homicídios da Capital, delegado Odival Soares, relatou que Canarinho pode não ser o criminoso procurado.
“Nós pedimos a custódia dele para proceder os autos de reconhecimento. Nós achamos que ele não está envolvido nos homicídios e pretendemos ouvi-lo para descartá-lo totalmente das investigações”, adiantou. Canarinho foi apontado como suspeito por ter praticado diversos assaltos contra taxistas entre 2007 e 2008, sempre usando uma arma de calibre .22 - como a que foi utilizada nos seis assassinatos do fim de março.