A Polícia Civil espera pelo laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP) e pela recuperação das vítimas para prosseguir com o inquérito sobre o acidente com gás ocorrido na Redenção, no domingo, que deixou 14 pessoas feridas. Até o início da noite desta segunda-feira, uma mulher e duas meninas permaneciam internadas, com queimaduras, no HPS da Capital.
O IGP informou que o exame preliminar dá conta de que o fogo teve início em vazamento pela mangueira do gás, que teria entrado em contato com a panela quente, causando o escapamento do GLP e um princípio do incêndio.
Nesta segunda, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smam) abriu sindicância administrativa para apurar eventuais irregularidades que possam ter favorecido o acidente. Conforme o secretário da Smam, professor Garcia, o vendedor ambulante, proprietário do carrinho onde iniciou o fogo, estava devidamente licenciado e legalizado para trabalhar. “Vamos ter uma reunião com fiscais para implementarmos medidas e sugestões que tragam mais segurança”, diz o secretário.
Garcia explica que há cerca de 120 ambulantes autorizados na Redenção e que todos são cadastrados pela Smam e habilitados pela Smic para trabalhar no Parque.
Duas meninas permaneciam internadas na noite desta segunda
Até as 22h desta segunda-feira, duas meninas permaneciam internadas com queimaduras em razão do acidente. Uma delas de seis anos, no HPS e a outra de cinco, no Cristo Redentor.
Polícia aguarda laudo sobre vazamento de gás na Redenção
Instituto Geral de Perícias acredita que fogo tenha começado na mangueira do botijão