Uma das possibilidades é de que o cabo telefônico tenha se energizado ao entrar em contato com a fiação elétrica. De acordo com familiares da vítima, o fio permaneceu meses no local, desde o temporal que atingiu a cidade, em julho de 2010.
Apesar de o serviço de iluminação pública ser atribuição da Prefeitura, técnicos da distribuidora Rio Grande Energia (RGE) realizaram um trabalho conhecido como “eliminação do risco” no poste energizado. Segundo a assessoria da distribuidora, o problema ocorreu em um cabo de telefonia que utilizava o suporte de postes da RGE e que, ao se romper, encostou no poste de iluminação pública onde ocorria fuga de energia.
Socorrida pela mãe, Lisiane Elias Amaral, a criança foi encaminhada desmaiada ao hospital de Canela, onde chegou a ser reanimada, mas teve uma parada cardíaca. A Polícia Civil ainda desconhece a empresa telefônica proprietária do cabo e responsável pela manutenção do equipamento. A prefeitura de Canela, no entanto, disse que o cabo não era de sua responsabilidade.