Polícia

Polícia Civil do RS orienta agentes a não andarem sozinhos

Delegado afirma não ter informação sobre possíveis ataques iguais aos de SC e SPSul

A Polícia Civil (PC) do Rio Grande do Sul admite estar em alerta depois que uma onda de atentados atingiu Santa Catarina. No Estado vizinho, pelo menos uma pessoa foi morta, 20 ônibus e oito automóveis foram queimados, três bases da Polícia Militar (PM) atacadas, uma escola incendiada, e o clima segue tenso há quatro dias em Florianópolis e em cidades do interior.

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Conforme o diretor da Delegacia de Polícia Regional de Porto Alegre, delegado Cléber Ferreira, a orientação da Chefia de Polícia, repassada aos agentes, é para que não saiam sozinhos e confiram qualquer informação repassada. O delegado, no entanto, salienta que não há, até este momento, qualquer informação de que os ataques registrados em Santa Catarina e São Paulo cheguem ao Rio Grande do Sul.

O comandante-geral da PM catarinense, coronel Nazareno Marcineiro, informou que as empresas de ônibus seguirão circulando na cidade, mas com horário de domingo, parte delas com escolta. A segurança foi reforçada na região Metropolitana, mas o comando da PM admite não haver efetivo suficiente para dar conta da demanda. 

No fim da tarde desta quinta, em Itapema, Jéferson Belo interceptou um ônibus, levou pelo menos seis tiros da PM e morreu antes de dar entrada no Hospital Santo Antônio.


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