O corpo da magistrada está sendo velado em uma capela do cemitério do Maruí, em Niterói, e será enterrado no final da tarde. O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Claudio Lopes, disse que o crime organizado não vai amedrontar o poder judiciário nem o Ministério Público (MP) com o assassinato da juíza. Ele falou com a imprensa durante o velório da magistrada, em um cemitério de Niterói. “Se esse foi o objetivo, o tiro vai sair pela culatra. Muito pelo contrário, cada vez mais, muito mais agora, até por uma questão de honra, é fundamental que esses bandidos sejam punidos exemplarmente."
Lopes ressaltou que o MP vai intensificar a proteção aos promotores que atuam na região de São Gonçalo, onde Patrícia atuava. “Vamos dar todo apoio aos promotores que estão trabalhando aqui para que tenham as garantias, a tranquilidade e a segurança para trabalhar. Se precisar, nós colocaremos mais promotores aqui, porque é uma região que tem vários precedentes”.