Segundo delegado Clóvis Nei da Silva, os bandidos copiavam os dados dos clientes. A média do prejuízo de cada vítima ficou era em torno de R$ 1 mil. “Teve um cliente que teve a conta saqueada três vezes com este valor”, informou.
Silva já solicitou ao Sicredi as imagens das câmeras de vídeo de segurança existentes na agência, com o intuito de identificar os golpistas, e também descobrir onde os saques foram realizados. A direção do banco informou que “todas as providências já foram adotadas e os associados não sofrerão nenhum prejuízo”. A instituição lembrou ainda que tem adotado “procedimentos alinhados às melhores práticas de segurança utilizadas no mercado financeiro”.
O delegado não descartou que a quadrilha seja de outro Estado e circule pelo País para aplicar o golpe. Clóvis Nei da Silva investiga também se os responsáveis são os criminosos detidos em agosto, em Canoas, já que eles foram soltos, em novembro, da Penitenciária Modulada de Montenegro.
Nesta quinta-feira, a Polícia Federal deflagrou uma operação para desmantelar uma quadrilha especializada em clonagem cartões de crédito no Rio Grande do Sul, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Pelo menos seis foram presos.