Os líderes da quadrilha estavam sediados em Montenegro, no Vale do Caí, segundo a polícia. Em Esteio, ocorreram prisões de suspeitos e apreensão de uma arma. Inúmeros veículos de luxo e semi-novos foram roubados e clonados pelo grupo em Porto Alegre.
Com documentos furtados, a quadrilha conseguia financiar os automóveis, que depois eram revendidos para empresários e comerciantes, que não sabiam do golpe. Em São Paulo, de onde também vinham carros roubados, eram produzidos documentos falsos e os lacres de placas. A polícia tenta identificar o número de vítimas da quadrilha.