O depoente confirmou, ainda assim, que o condomínio do apartamento, de R$ 200 por mês, segue pendente, desde setembro de 2012. Os jovens alugaram o imóvel de um conhecido, natural de Santana do Livramento. Após o relato, a delegada Melina Bueno salientou que a justificativa de Luan "não fechou e não é verdadeira”. A policial esclarece, porém, que as versões apresentadas não vão alterar o teor do indiciamento, já que ele confessou ter assassinado e roubado os seis taxistas.
Além do jovem, outras duas pessoas depuseram nesta terça à Polícia Civil. A delegada confirmou, ainda, que Luan só deve prestar um terceiro depoimento no fim das investigações. O objetivo é confrontar todas as versões apresentadas por ele até o momento. O inquérito deve ser concluído em 15 dias.
Luan Barcelos da Silva teve a prisão temporária decretada em 13 de abril. Ele permanece na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc). Os assassinatos em série ocorreram entre 28 e 30 de março. Os primeiros três crimes ocorreram em Santana do Livramento e Rivera, e os três últimos em Porto Alegre.