Polícia

Polícia deve ouvir oito testemunhas sobre morte de jornalista em Canoas

Delegado busca definir com precisão horário do crime para buscar imagens de câmeras de segurança

Oito testemunhas da morte do jornalista Fabiano Cardoso, de 44 anos, serão ouvidas ao longo desta semana pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos da Polícia Civil. Cardoso foi vítima de um latrocínio na noite de 1° de maio, em Canoas, na Região Metropolitana.

O delegado Marco Arruda espera colher todo os depoimentos até sexta-feira. Conforme ele, testemunhas já trouxeram informações de forma informal à polícia. Além disso, uma equipe foi montada pelo Departamento para trabalhar exclusivamente no caso. Arruda ainda tenta aprofundar informações sobre o horário preciso do crime e a rota de fuga utilizada pelos criminosos para que a investigação possa buscar imagens de câmeras de segurança da região.

Além disso, o delegado explica que o exame das impressões digitais deixadas no carro é fundamental para esclarecer o crime. O local em que os dados foram coletados permanecia conservado, o que pode resultar em um laudo satisfatório. Como Cardoso foi socorrido digitais de pessoas que prestaram auxilio ao jornalista podem aparecer no resultado, entretanto.

A investigação suspeita que ele tenha sido abordado por dois homens a pé. Moradores encontraram a vítima baleada no interior de um Ford Focus, na rua Santos Ferreira, próximo ao Hospital Nossa Senhora das Graças. Durante o assalto, Cardoso tentou arrancar com o carro, mas foi baleado no peito.

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