Pereira garante que somente com os depoimentos de testemunhas ouvidas até o momento não foi possível concluir se a empresa realmente oferecia equipamentos necessários para a segurança dos funcionários. “Ainda dependo da resposta de outros pontos da investigação, que estão sendo realizados, documentos que estão sendo reunidos e também dos laudos perícias que serão de extrema importância”, explicou.
Ontem, o delegado ouviu a diretora da empresa Multipolo, que prestava serviços à Masisa, e um funcionário responsável pela parte elétrica, mas não obteve informações além das conhecidas.
No domingo passado, Cristiano Flores Souza, de 29 anos, que teve 50% do corpo atingido pelas chamas, foi transferido ao Hospital Baía Sul, em Florianópolis (SC) e está na Unidade Tratamento Intensiva (UTI).