Pelo menos 16 pessoas foram presas. Entre elas, a companheira de um detento conhecido como Lila, que seria um dos líderes do grupo. O delegado contou que, enquanto os agentes efetuavam a prisão – em Garibaldi, na Serra – a mulher recebeu mais de dez telefonemas do presidiário. "A gente vai pedir a quebra de sigilo telefônico dela", afirmou Carraro. O delegado disse ainda que outra prisão deve ocorrer durante a tarde.
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