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Polícia encontra arma roubada de PM em casa de cachorro na Capital

Patrícia Wrubleski foi golpeada com uma barra de ferro em maio

Polícia localiza arma roubada de PM em Porto Alegre
Polícia localiza arma roubada de PM em Porto Alegre Foto : Divulgação
Foi localizada e recuperada, nesta quinta-feira, a pistola calibre 40, roubada de uma policial militar no dia 28 de maio, em Porto Alegre. A arma estava enterrada junto de uma casinha de cachorro, dentro do pátio da residência da mãe da namorada de um suspeito de ter atacado e ferido a PM. O homem de 37 anos foi preso no dia 16 de junho. Ele confessou o crime, mas disse que havia repassado a arma para um traficante.

Nesta manhã, o efetivo da 1ª Companhia do 1º Batalhão de Operações Especiais (BOE), sob o comando do capitão Mário Augusto, foi mobilizado após o recebimento de uma denúncia anônima indicando onde a arma estaria escondida. Os policiais militares foram até uma casa na rua Irmãs Paulinas, no bairro Glória, onde encontraram a pistola, de propriedade da BM, embaixo da casinha.

A moradora da casa, uma mulher de 60 anos, disse que não sabia da presença da arma enterrada no pátio e acredita que o namorado da filha a colocou no local após a repercussão do ataque à policial militar. Há informações de ele tentou vender a pistola. O suspeito está recolhido na Penitenciária Modulada de Charqueadas.

A policial militar Patrícia Wrubleski, 21 anos, do 9º BPM foi atacada pelas costas e golpeada com uma barra de ferro, quando fazia o patrulhamento de rotina na área do bairro Floresta. Ela teve traumatismo craniano, sendo socorrida e encaminhada inicialmente ao Hospital de Pronto Socorro (HPS).

Logo após o ataque, a BM montou um grande operação de buscas na região, sendo revistados prédios e abordados pessoas e veículos suspeitos. Na ocasião, o coronel Antero Batista, responsável pelo Comando de Policiamento da Capital (CPC) da BM, classificou o ato de “covardia”. Já o comandante do 9 BPM, tenente-coronel Rogério Maciel, declarou, na época, que o ataque não atingiu apenas a Brigada Militar. “Quando alguém agride um policial, agride a sociedade como um todo”, observou.