De acordo com o delegado, os dois indiciados são de fora do Rio Grande do Sul. Um é paulista e o outro, pernambucano. O primeiro admitiu o crime, enquanto o segundo negou participação no incêndio. Os dois se demitiram poucos dias após o incidente, de forma coletiva – junto com outros 148 funcionários. Conforme o delegado Flávio Conrado, eles estariam em seus estados de origem atualmente. Caberá ao juiz decidir pela prisão dos suspeitos.
No incêndio, o fogo consumiu o alojamento dos operários, além de destruir pertences pessoais e documentos de 370 funcionários da obra. O prejuízo estimado com a estrutura queimada é de R$ 6 milhões, de acordo com o policial, que citou no inquérito que as chamas colocaram em perigo pessoas não envolvidas com o protesto. “O laudo pericial é conclusivo. O incêndio expôs a saúde de quem estava próximo descansando.”