A comparação do material genético da criança e da mulher concluiu que ela é a mãe do bebê. Segundo o advogado dela, Valdir Jung, a sua cliente estava deprimida e com problemas pessoais. O namorado não sabia que era o pai. O DNA também confirmou a paternidade do recém-nascido. Jung também disse que sua cliente está arrependida e quer a guarda do filho.
Segundo a investigação, a mulher ficou por cerca de meia hora no banheiro da estação, onde ocorreu o parto. Ela estava com uma jaqueta e a amarrou na cintura para esconder as marcas de sangue.
O delegado disse que o inquérito será concluído e encaminhado à Justiça, mas a técnica em Enfermagem responderá em liberdade. Segundo Pacífico, pela profissão da mulher, ela tinha conhecimento dos cuidados que deveria ter e não poderia ter deixado a criança no local.