Segundo o delegado Rodrigo Machado Reis, em um dos casos, em que não houve testemunha, a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) informou que um outro apenado confessou o crime, alegando legítima defesa. No outro, duas testemunhas já depuseram e apontaram indícios de autoria.
O delegado disse, ainda, não acreditar que os crimes estejam relacionados, ainda que tenham ocorrido na ala usada pelos detentos que pedem proteção especial. O laudo da perícia deve sair em até dez dias.