Leia mais sobre o conflito no Rio
Em frente ao Batalhão da Polícia Militar existe um reposicionamento da tropa para a invasão. Policiais têm à disposição óculos e helicópteros que permitem visão noturna, para surpreender os traficantes.
Às 22h30min, segundo o portal R7, seguiam os tiros esporádicos. Mais cedo, às 20h30min, um tiroteio interrompeu a instalação de dois refletores de luz na estrada de Itararé, no Complexo do Alemão. Bandidos do alto da comunidade soltaram fogos e dispararam pistolas, assustando os funcionários da Light.
Nesta tarde, o coordenador executivo da organização não governamental (ONG) AfroReggae, José Júnior, disse que alguns traficantes gostariam de se entregar à polícia, mas que não são todos. As declarações foram dadas à imprensa depois que ele desceu do Complexo do Alemão, na Penha, zona norte da cidade do Rio de Janeiro, onde homens das polícias Militar, Civil e Federal e das Forças Armadas armaram um cerco aos traficantes.
Muitos traficantes se refugiaram no Alemão, comunidade tida como bunker do tráfico depois do cerco da polícia à Vila Cruzeiro, comunidade vizinha, na última quinta-feira. “Alguns querem se entregar, outros não. Mas aquela famosa marra, eu não vi. Recomendei que se entregassem para evitar mais violência e um banho de sangue”, relatou José Júnior.