A Delegacia de Homicídios do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) encaminhou à Justiça, na noite desta sexta-feira, um pedido de prisão preventiva do suspeito de ter matado a tiros o policial civil Jorge Tadeu Chaves Duarte, de 52 anos, que era um dos proprietários de uma boate voltada ao público GLS (Gays, Lésbicas e Simpatizantes), no bairro Navegantes, zona norte da Capital. O suposto autor do crime, ocorrido na madrugada dessa quinta, trabalhava na copa do estabelecimento, e chegou a ser candidato a vereador em Guaíba nas eleições de 2008. O nome dele, contudo, é mantido em sigilo, por enquanto, pela polícia.
Segundo dados preliminares da investigação, questões passionais podem estar por trás do assassinato, mas, oficialmente, a motivação ainda é desconhecida. O policial perdeu a vida após levar dois tiros na cabeça em meio a uma festa no estabelecimento. Conforme testemunhas, o autor atirou contra vítima logo após ter entrado no local e fugiu em um carro de cor branca.
O suspeito, alvo do pedido de prisão do Deic, morou em Guaíba e frequentaria um curso superior em universidade da região metropolitana. A polícia acredita que ele atuava como "garoto de programa" na boate.
Polícia pede prisão preventiva de suspeito de matar policial civil
Homem estaria trabalhando na copa da boate GLS quando disparou os tiros, na madrugada de quinta-feira