Além das prisões, foram apreendidos dois revólveres calibre 38 - um deles com a numeração raspada -, e uma pistola argentina Berça, calibre 380, munição, crack, maconha e dinheiro. Os seis foram conduzidos à 3ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA). O homem considerado o chefe não possui antecedentes. Os outros cinco têm passagem pela Polícia, inclusive por assalto.
De acordo com o capitão Fernando Maciel, que coordenou a ação, uma equipe das Patres fazia o patrulhamento naquela área, justamente para coibir o tráfico de entorpecentes. O nome do jovem tido como chefe havia sido informado aos policiais há algum tempo. No entanto, como ele não tinha antecedentes, ficava difícil da sua localização e detenção. “Ontem, durante o patrulhamento, um popular indicou aos PMs o endereço e quem estaria na casa”, contou Maciel.
Surpresa
Os policiais foram até a rua Joel Gentio da Luz, onde quando chegavam avistaram um homem, em frente a uma casa de alvenaria, com uma garagem ao lado, na calçada, observando a movimentação. Quando este viu os PMs tentou correr para dentro da residência, mas foi pego antes de entrar no imóvel. “Com ele foi encontrado o revólver 38, com a numeração raspada”, disse o capitão. “Em seguida, os PMs entraram na garagem.”
Neste local, foram flagrados os outros cinco homens, ao redor de uma mesa. Eles estavam embalando as drogas. Dois deles também estavam armados. Com a surpresa não houve reação.
Dois celulares foram apreendidos pelos PMs. Ao examinar os aparelhos, os policiais descobriram que nada era feito na área sem a permissão do suspeito. “Os torpedos informavam movimentações estranhas na frente da casa”, comentou Maciel. “Como que um alerta para carros estranhos que poderiam ser da Polícia ou de grupos oponentes.”