O esconderijo do suposto matador foi encontrado após diversas diligências. O sítio onde estava, na Estrada Chácara da Pimenta, pertence à família dele. “Ele levou a mãe para lavar e cozinhar”, explicou o comissário. Na sexta-feira, foi presa pela segunda vez suposta mandante do crime, uma psicóloga de 36 anos, que era noiva da vítima. O motivo teria sido um seguro de vida feito em nome da noiva pelo coordenador de produtos e serviços do banco Sicredi no valor de R$ 2 milhões.
O corpo do bancário foi encontrado, em maio, enrolado em um tapete e com as mãos e pés amarrados com um fio. Dois dias depois, a Brigada Militar encontrou, na zona Norte de Porto Alegre, o veículo Siena roubado da casa dele.