• Juíza prorroga prazo para entrega de inquérito sobre crianças esquartejadas
Cães farejadores dos bombeiros capazes de farejar cadáveres alguns metros abaixo da terra, foram empregados. O trabalho entre essa segunda-feira e terça-feira, com aval judicial, foi coordenado pelo delegado Rogério Baggio, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Novo Hamburgo, que apura o caso. Ele já recebeu mais 60 dias de prazo, concedido pela juíza Ângela Roberta Paps Dumerque, da Vara do Júri da Comarca de NH, para concluir o inquérito sobre o caso das duas crianças mortas e esquartejas em possível ritual satânico.
A nova busca no templo, ocorrida agora, também havia sido autorizada pela magistrada. Ela também deferiu a quebra de sigilo bancário dos investigados e uma ação em uma loja de esquadrias, além do acesso ao conteúdo dos computadores e celulares apreendidos.
As vítimas do sacrifício humano seriam um casal de irmãos por parte de mãe, sendo um menino na faixa etária entre 8 e 10 anos, e uma menina entre 10 e 12 anos de idade. A identificação das crianças ainda não foi possível e existe a possibilidade de que as crianças sejam de nacionalidade argentina.
Quatro pessoas, incluindo o líder da seita, encontram-se presas. Outras três estão foragidas. O líder da seita é defendido pela Mejìa Advogados, com sede em Lajeado, que contesta a acusação sobre seu cliente por entender que inexistem provas.
Bombeiros examinam Templo de Lúcifer. @correio_dopovo @agora_CP @RdGuaibaOficial pic.twitter.com/0ceJTzmYpT — Alina Souza (@alinasouzafoto) January 17, 2018