Polícia

Polícia recupera R$ 11 mil após assalto com explosivos em Parobé

Investigação suspeita que três homens atuaram no roubo e que um deles foi baleado na perna

Investigação suspeita que três homens atuaram no roubo e que um deles foi baleado na perna
Investigação suspeita que três homens atuaram no roubo e que um deles foi baleado na perna Foto : Claudia Ferreira/Jornal NH/Especial CP
A Polícia Civil (PC) divulgou, na tarde desta segunda-feira, que foram recuperados cerca de R$ 11 mil do assalto à prefeitura de Parobé. A quadrilha, que usou explosivos para detonar o cofre, levou R$ 27 mil, conforme esclarecimento da secretaria municipal da Fazenda. O dinheiro foi encontrado no carro usado pelo bando, abandonado após um confronto com a Brigada Militar (BM).

A investigação suspeita que um dos criminosos foi baleado em uma das pernas pelo disparo de um policial militar durante a perseguição. O tiro atravessou a lataria do automóvel e foi encontrado “muito sangue” no interior do carro, revelou o delegado Rosalino Constante Seara. Para a PC, três pessoas participaram do crime.

Agentes do Instituto Geral de Perícias (IGP) realizaram levantamento na prefeitura. Foram colhidas impressões digitais e material orgânico que vai servir para um teste de DNA, explicou Seara. O delegado lamentou que as câmeras de segurança do local não tenham registrado o crime. Nessa manhã, o prefeito do município, Cláudio Silva, explicou que os equipamentos estão inoperantes devido a medidas de contenção de despesas. Ele disse que a atual gestão encontrou os equipamentos desligados e que, em função da divida de R$ 21,4 milhões (¼ do orçamento anual) do poder público, a aplicação de recursos foi priorizada em áreas como a da saúde.

De acordo com a BM, os criminosos renderam o vigilante para entrar na prefeitura. O crime ocorreu por volta das 2h30min. Os assaltantes fugiram em um Chevrolet Onix de cor prata. Silva disse que o pagamento dos servidores ocorreu na semana passada e que a administração havia sido orientada pela BM a não manter grandes quantias guardadas na sede do Executivo em função da possibilidade de assalto, entre quinta-feira ou na sexta-feira.


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