Polícia

Polícia suspeita que médico assassinado possa ter reagido

Sangue encontrado na cena do crime pode ser do criminoso

A Delegacia de Homicídios suspeita que o médico Clóvis Madruga, 61 anos, assassinado a tiros na terça-feira tenha reagido. A perícia encontrou sangue no local do crime que pode não ser da vítima. “Uma pistola 380 sumiu. Ele pode ter atirado com ela e ferido o assassino”, disse o delegado Bolívar Llantada.

No apartamento do ginecologista, que havia sido preso por atuar em uma clínica de aborto em 2008, foram encontrados ontem R$ 1,05 mil  provenientes da venda de um imóvel, duas espingardas, um revólver 38 e uma garrucha, calibre 22. “Estamos investigando a procedência das armas”, informou o delegado.

Segundo Llantada, o crime pode estar relacionado ao dinheiro, a alguma desavença por causa da clínica de aborto ou ter sido passional. “Não posso dar mais detalhes para não atrapalhar a investigação.” Cinco testemunhas já foram ouvidas, de acordo com o delegado.

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