O delegado Anderson Spier, titular da Delegacia de Polícia (DP) de Homicídios de Gravataí, na região Metropolitana, pretende chamar para um segundo depoimento, até o fim da semana, todas as testemunhas que foram ouvidas no inquérito sobre o assassinato do ex-prefeito e secretário da Agricultura e Abastecimento da cidade, Acimar da Silva (PMDB). O crime ocorreu em 15 de julho. Inicialmente, retratos-falados foram preparados com base nos relatos, mas houve discrepância entre as imagens. O objetivo é se chegar a um consenso sobre a fisionomia do principal suspeito.
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Conforme o policial, a esposa de Acimar, que presenciou o crime, afirmou que os bandidos pediram dinheiro. Ela confirmou que eram três criminosos, um deles vestido de carteiro, que baleou o ex-prefeito. Os demais ficaram na rua para auxiliar na fuga. Com o depoimento, a Polícia Civil (PC) praticamente dá como descartada a tese de homicídio e mantém a de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. O delegado ainda não sabe dizer se o caso teve relação com a vida política da vítima. Além dos depoimentos, a Polícia Civil espera o resultado da perícia.
Além de Spier, o delegado Alencar Carraro também participa da investigação.
Polícia tomará novos depoimentos sobre morte do ex-prefeito de Gravataí
Objetivo do delegado da Homicídios é fazer um novo retrato-falado