Durante a paralisação, somente casos considerados graves – crimes como estupro, homicídio e latrocínio (roubo com morte) – serão atendidos pela Polícia Civil (PC), explicou o dirigente. Casos como furto e ameaça não serão registrados nesse dia, garantiu.
Policiais civis de diversas regiões gaúchas definiram a paralisação, na manhã desta quarta-feira, durante um encontro em Porto Alegre. Corte de horas extras e a publicação atrasada de promoções, além da falta de valorização do plano de carreira, também geram descontentamento. Conforme Ortiz. o índice de reposição salarial exigido pela categoria ainda não foi definido.