Parentes dos dois policiais mortos na queda do helicóptero no confronto entre a polícia e traficantes na zona norte do Rio criticaram a ação da polícia. Rosa Maria Barbosa, tia do policial Ednei Canazarro, disse que "armam todo esse teatro para os Jogos Olímpicos 2016 e não dão as condições necessárias para nossos policiais trabalharem". Canazarro foi enterrado junto com o outro policial morro na ação, Marcos Sadler Macedo, no cemitério Jardim Sulacap, na zona oeste do Rio.
Associações de policiais ofereceram recompensa a quem tiver informações sobre a pessoa que atirou para derrubar o helicóptero. A Assinap (Associação dos Ativos, Inativos e Pensionistas das Polícias Militares, Brigadas Militares e Corpos de Bombeiros) ofereceu R$ 10 mil e a Associação de Cabos e Soldados da PM ofereceu outros R$ 2 mil.
Miguel Cordeiro, presidente da Assinap disse que "quem atirou utilizou um armamento pesado. Uma ponto 30 ou uma ponto 60. Essas armas são raras e em geral, na favela, as pessoas sabem que são os que as utilizam".
Cerca de 200 pessoas participaram do enterro, entre elas toda a cúpula da polícia. Alvo de críticas durante o enterro o Secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, assistiu ao enterro afastado dos comandantes da Polícia Militar.
Policiais oferecem recompensa por informações sobre quem atirou em helicóptero
Agentes mortos no acidente são enterrados e familiares protestam contra a falta de segurança