Os policiais aprovaram, também, um calendário progressivo de mobilização como tentativa de sensibilizar o ministro da necessidade de troca e renovação da cúpula da PRF. A categoria ainda planeja ações em Brasília, paralisações pontuais e até greve, caso a maioria dos Estados concorde. O sindicato prevê que casos de urgência, como acidentes com vítimas ou assaltos, continuarão a ser atendidos.
Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais do RS, Francisco Von Kossel, a renovação da direção-geral do DPRF é urgente, já que é alto o índice de rejeição aos oito anos de Derenne no cargo. "Derenne representa uma política ultrapassada e anacrônica, pois enquanto outras instituições públicas federais tiveram franco crescimento, o DPRF teve um desenvolvimento insatisfatório, deixando muito a desejar na qualidade do serviço prestado à sociedade". avaliou o dirigente.
A PRF do Estado não quis se manifestar sobre a decisão dos policiais. De acordo com o chefe de comunicação da PRF/RS, inspetor Jorge Nunes, o comando só vai tomar uma posição após ser notificado da greve.