Polícia

Policial do Gate que sequestrou e matou jornalista em SP é transferido para presídio militar

Rodrigo Domingues Medina admitiu crime contra Luciana Barreto Montanhana

O cabo do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), da Polícia Militar (PM), Rodrigo Domingues Medina, que confessou o assassinato da jornalista Luciana Barreto Montanhana, foi transferido na tarde de hoje do hospital em que estava internado para o presídio militar Romão Gomes, em São Paulo.

A vítima, de 29 anos, havia sido sequestrada por Medina no dia 11, depois de ter saído de uma academia do Shopping Eldorado, na zona oeste da cidade. Luciana trabalhava para uma grande empresa de assessoria de imprensa e relações públicas paulistana.

Segundo o depoimento de Medina à Polícia Civil, horas depois da vítima ter sido colocada no carro do policial, ela reagiu. Por isso, foi assassinada. As mãos dela foram atadas com algemas de plástico. O cabo, de 34 anos, jogou o corpo da jornalista na Serra do Mar, na altura do km 44 da Via Anchieta. Na mesma noite, ele ligou para o pai da vítima pedindo R$ 500 mil.

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