De acordo com nota conjunta divulgada no final da manhã, as entidades que representam os servidores informaram que soldados, sargentos e tenentes não têm condições psicológicas de realizar as atividades de policiamento ostensivo e de prevenção de incêndio em função do não pagamento integral dos salários pelo Estado.
O documento - assinado por diversas associações - termina com a frase: "Não podemos receber ordens de quem não cumpre a lei e comete crime de desobediência".
O aquartelamento já ocorreu nesta segunda-feira em diversos municípios gaúchos, como Cachoeira do Sul, Charqueadas, Ivoti, Pelotas, Rio Grande, Santa Maria e Santana do Livramento.