A empresa Carris liderou os índices negativos, com 224 assaltos a cada 10 mil trajetos cumpridos, seguida da Conorte (174) e da Unibus (114). O consorcio STS, responsável pela circulação de ônibus na zona Sul da Capital, registrou o menor índice (73) por vários fatores, entre eles a utilização de câmeras de segurança no interior dos coletivos.
O sistema, porém, foi suspenso, neste ano, devido à crise alegada pelas empresas no setor do transporte público. Em função disso, a vereadora Sofia Cavedon, uma das integrantes do Fórum do Transporte Coletivo Seguro, garante que um pedido vai ser feito ao Executivo para que as câmeras de segurança sejam obrigatórias, já no processo licitatório.
Nesta quinta-feira, uma reunião realizada na Câmara de Vereadores, com servidores da Carris, políticos e agentes de segurança, discutiu os ataques aos ônibus da companhia em Porto Alegre. Conforme o delegado sindical titular da Carris, Luís Afonso Martins, os pontos mais perigosos são os da avenida Antônio de Carvalho, próximo ao supermercado Gauchão, da avenida Ipiranga, próximo da CEEE, e das imediações da Protásio Alves com a Saturnino de Brito, no bairro Vila Jardim.