A intenção é que o novo estabelecimento receba de cem a 120 pessoas. A Prefeitura de Pantano Grande mantém oferta feita ao Estado em 2011, que destina terreno a 7 quilômetros da cidade para construção do complexo. O Executivo de Rio Pardo se propõe a fornecer infraestrutura. O presidente da Câmara, Telmo Berger, que propôs a audiência, explica que a Casa planeja reaver o antigo prédio do Legislativo, onde hoje funciona, na parte frontal, agência da FGTAS/Sine.
O prefeito de Rio Pardo, Fernando Schwanke, reafirmou, há duas semanas, ao secretário da Segurança Pública do RS, Airton Michels, a disposição de reservar área para o novo presídio. Segundo ele, o governo garantiu a liberação de verbas, mas cogitou o uso de tornozeleiras eletrônicas. Conforme Schwanke, a ideia é resolver o problema em parceria com os Executivos de Rio Pardo e Pantano, junto com a Susepe. Para o juiz Daniel Berthold, da 1ªVara Judicial de Rio Pardo, a permanência do presídio no Centro representa perigo se, por exemplo, houver incêndio, pois o fogo se espalharia para prédios próximos. “Se o governo do Estado não quer ou não tem dinheiro para construir, deveria vir a público”, avalia. Representantes dos municípios, de órgãos estaduais e de entidades foram convidados para a audiência.